sabemos que só podemos estragar.
Mas presa à sua beleza
deve a rapariga morrer virgem?
Vem cá minha “sobrinha”
que “o tiozinho te ensina”!
sabemos que só podemos estragar.
Mas presa à sua beleza
deve a rapariga morrer virgem?
Vem cá minha “sobrinha”
que “o tiozinho te ensina”!
ou em scanning.
As viagens são em trabalho.
São como uma ida ao hiper-mercado para encher a despensa.
Para deixar lá as certezas e aprender que as casas e as cidades não são “o programa”, nem “a ideia”, nem “o conceito”.
Dos Lugares ficam impressões que nos ajudam a apanhar-los:
Aqui o branco é inexistente
e a massa de terra-lixo
molda um território sempre encoberto
e peso do ar faz-nos dormir.
Os sonhos demoram
talvez presos no trânsito.
aproxima-se a prenhez da estrutura.
Ficam aqui lembranças; do corpo da rapariga, antes da deformação.
(Ainda com algum acne.)
A menina escultura vai ser uma mulher!
(Que ninguém vos engane: “Uma casa nunca é virgem.”)